quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Horta feita com garrafas PET

Vejam como é simples e prático reaproveitar garrafas PET para criar uma hortinha em casa, e com isso tenha uma alimentação mais saudável.
Ter uma horta em casa onde podemos cultivar temperos naturais e verduras é uma ótima forma de garantir uma alimentação mais saudável para toda família, além de proporcionar uma economia mensal muito importante nos dias atuais.
E uma das formas de criar uma hortinha em casa ou apartamento, gastando pouco e com um bom aproveitamento de espaço é com o uso das garrafas PET, que podem ser reaproveitadas para plantação de verduras, legumes, temperos caseiros ou mesmo flores, que vão trazer muitos benefícios ao nosso lar.
Outra vantagem do uso das garrafas PET é a preservação do meio ambiente, pois cada garrafa PET que é jogada na natureza, pode levar até 450 anos para se decompor.
Horta feita com garrafas PET 001

Dicas para fazer sua horta com garrafas PET

Para plantar sua horta com garrafas PET em casa podem ser utilizadas garrafas de todos os tamanhos, que devem ser limpas antes de iniciarmos nosso trabalho.
Depois elas podem ser cortadas em vários formados, como na diagonal, vertical ou mesmo apenas com uma abertura no meio, conforme o modelo de horta que você planejar aí na sua casa. Daí é necessário fazer furos nas pontas, para pendurar sua horta em um local arejado, que possa receber sol boa parte do dia, e também furos na base, para que a água não se acumule nas plantas.
Horta feita com garrafas PET 007
Daí para montar sua horta basta conferir as dicas deste vídeo, que mostra os detalhes de como montar sua horta com garrafas PET, de forma simples e bem prática:

Modelos de horta feita com garrafa PET

Seguem abaixo alguns modelos de horta feita com garrafas PET, em vários formatos e modelos, e que podem ser cultivadas em casas e apartamentos, mesmo aqueles com pouco espaço para o cultivo:
Horta feita com garrafas PET 011
Horta feita com garrafas PET 010
Horta feita com garrafas PET 009
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Ter uma horta em casa onde podemos cultivar temperos naturais e verduras é uma ótima forma de garantir uma alimentação mais saudável para toda família, além de proporcionar uma economia mensal muito importante nos dias atuais.
E uma das formas de criar uma hortinha em casa ou apartamento, gastando pouco e com um bom aproveitamento de espaço é com o uso das garrafas PET, que podem ser reaproveitadas para plantação de verduras, legumes, temperos caseiros ou mesmo flores, que vão trazer muitos benefícios ao nosso lar.
Outra vantagem do uso das garrafas PET é a preservação do meio ambiente, pois cada garrafa PET que é jogada na natureza, pode levar até 450 anos para se decompor.
Horta feita com garrafas PET 001

Dicas para fazer sua horta com garrafas PET

Para plantar sua horta com garrafas PET em casa podem ser utilizadas garrafas de todos os tamanhos, que devem ser limpas antes de iniciarmos nosso trabalho.
Depois elas podem ser cortadas em vários formados, como na diagonal, vertical ou mesmo apenas com uma abertura no meio, conforme o modelo de horta que você planejar aí na sua casa. Daí é necessário fazer furos nas pontas, para pendurar sua horta em um local arejado, que possa receber sol boa parte do dia, e também furos na base, para que a água não se acumule nas plantas.
Horta feita com garrafas PET 007
Daí para montar sua horta basta conferir as dicas deste vídeo, que mostra os detalhes de como montar sua horta com garrafas PET, de forma simples e bem prática:

Modelos de horta feita com garrafa PET

Seguem abaixo alguns modelos de horta feita com garrafas PET, em vários formatos e modelos, e que podem ser cultivadas em casas e apartamentos, mesmo aqueles com pouco espaço para o cultivo:
Horta feita com garrafas PET 011
Horta feita com garrafas PET 010
Horta feita com garrafas PET 009
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Horta feita com garrafas PET 002

Preparando o Solo Passo a Passo

Como preparar o solo para a plantação

Introdução

Não é só pegar a semente  fazer um buraco e plantar -  isto é substimar o solo.
Na maoria das vezes precisa mudar a terra para criar o ambiente de crescimento ideal
Então, como você pode melhorar o solo? Fazendo um teste do solo para descobrir o que ele está precisando e o que não esta. 

Sobre o solo

Ter uma terra boa é o primeiro passo para um jardim magnífico. A terra solta e escura dos fabulosos jardins vistos na televisão e nas revistas geralmente não existe. Ela é criada por jardineiros, melhorando os solos naturais.
Os tipos de solo variam dos extremos da areia pobre em nutrientes e constantemente seca a 90% de pedras com 10% de solo, à argila grossa e rica (que forma uma massa macia, viscosa e pegajosa quando está molhada, e seca até ficar dura como tijolo). Felizmente, a maioria das condições do solo está dentro desses extremos. Entretanto, algumas pessoas acham que têm essa "argila rica de jardim" ideal para trabalhar.

É possível melhorar os solos com areia, para deixá-los mais soltos e secos, ou com argila, para torná-los mais úmidos e firmes. Pode-se colocar grandes quantidades de material orgânico - folhas velhas, galhos quebrados, esterco apodrecido e grama cortada velha - para melhorar a textura e a estrutura. A matéria orgânica nutre qualquer tipo de solo que, por sua vez, estimula o bom crescimento da planta.
Saiba como tirar o máximo proveito do solo na sua região seguindo as dicas a seguir. O primeiro passo é identificar as condições do seu jardim fazendo o teste do solo.

Teste do solo
Faça o teste do solo ou faça seus próprios testes para determinar se ele é arenoso e leve, um solo produtivo e moderado ou se é um solo de argila grossa. Faça o teste do solo antes de acrescentar fertilizantes e fazer melhorias. Às vezes, modificar desnecessariamente os nutrientes ou a acidez do solo pode realmente criar mais problemas do que benefícios.
Os testes do solo informam os níveis de nutrientes do solo, da mesma forma como temos orientações de nutrientes nas embalagens de alimentos. Eles também observam o pH e o conteúdo orgânico, dois fatores importantes para a maciez do solo.

Para obter uma boa amostra do solo, faça buracos de 10 a 15 centímetros de profundidade em vários locais diferentes.
2006 Publications International, Ltd.
Para obter uma boa amostra do solo, faça buracos de 10 a 15 centímetros de profundidade em vários locais diferentes
Para fazer o teste do solo, obtenha um kit de teste do solo, que contém uma bolsa de coleta e instruções. Siga corretamente as orientações para obter resultados precisos. Os resultados podem aparecer em tabelas cheias de números, que podem parecer um pouco assustadores à primeira vista. Mas se observar com cuidado as informações a seguir, você conseguirá interpretar esses números:
  • se a porcentagem da matéria orgânica estiver abaixo de 5%, o jardim precisará de um adubo composto adicional;
  • os nutrientes serão listados separadamente, possivelmente em porções por milhão. Às vezes, são classificados como disponíveis nos níveis alto, médio ou baixo. Se houver um ou dois elementos na parte inferior, você precisará acrescentar um fertilizante que reponha o que estiver faltando;
  • o pH do solo refere-se a sua acidez. Classificações abaixo de 7 são solos ácidos. De 6 a 7 são levemente ácidos, a variação de pH mais fértil. Acima de 7 é um solo básico ou alcalino, que pode ser problemático se o pH estiver acima de 8. Solos excessivamente ácidos ou alcalinos podem ser tratados para ficarem mais moderados e produtivos. 
    Leve pessoalmente ou envie pelo correio a amostra do solo para o laboratório de teste para análise.
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    Leve a amostra do solo para o laboratório de teste para análise
     
Acrescente somente os nutrientes que o teste do solo considerar necessários. Uma quantidade maior nem sempre é adequada quando se trata de nutrientes das plantas. Não se sinta forçado a adicionar um pouco mais de fertilizante que prometa grandes resultados. O excesso de qualquer nutriente pode realmente produzir resultados tóxicos, semelhantes a uma doença ou pior. Compre e aplique somente o que for necessário e economize seu dinheiro para usar de uma melhor forma, como com mais flores, por exemplo.
Determinando os níveis de pH
É sempre melhor escolher plantas que floresçam no pH do solo existente. Se tiver que alterar o pH, siga as orientações a seguir.
  • Use calcário para aumentar o pH de solos ácidos. O calcário é um adoçante do solo da natureza, capaz de neutralizar solos excessivamente ácidos. O ideal é adicionar calcário no outono para que ele tenha tempo suficiente para se dissolver e fazer seu trabalho. A quantidade de calcário que você utilizar variará de acordo com as condições específicas do solo. Podem ser usados kits simples de teste caseiro, ou um teste profissional, para determinar o pH do solo. Se você colocar calcário no solo à toa, correrá o risco de superdosá-lo. Siga as orientações da embalagem do calcário ou do teste do solo.
  • Para diminuir a alcalinidade e aumentar a fertilidade do calcário e de outros solos com pH muito alto, acrescente farinha de caroço de algodão, enxofre, casca de pinho, adubo composto ou agulhas de pinho. Essas melhorias acidificam gradualmente o solo, embora melhorem sua textura. O enxofre para jardim é uma cura confiável quando adicionado conforme recomendação do teste do solo. Ele acidifica o solo lentamente à medida que os micróbios transformam o enxofre em ácido sulfúrico e em outros compostos.
  • Manter o pH novo e melhorado é um projeto contínuo. Verifique novamente o pH do solo uma vez por ano e continue fazendo melhorias conforme  necessário.
Verificação da textura
Verifique a textura do solo em uma jarra cheia de água. Esse teste é simples de se fazer em casa e fornece informações importantes sobre seu solo.
Conhecer a textura do solo pode ajudá-lo a determinar quais as plantas que crescerão bem no seu jardim.
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Conhecer a textura do solo pode ajudá-lo a determinar
quais as plantas que crescerão bem no seu jardim e que cuidados você deverá ter com elas
Pegue um pouco de terra do jardim, escolhendo uma amostra próxima da superfície e outra de uma profundidade de 20 centímetros. Se for argila seca, triture-a em grânulos finos e misture bem. Faça uma camada de 2,5 cm em uma jarra de vidro de 900 ml com 1/4 de colher de chá de detergente de louça em pó (o detergente não formará espuma). Encha 2/3 da jarra com água. Agite a jarra por um minuto, virando de cabeça para baixo de modo que toda a terra saia do fundo; em seguida, coloque-a em um lugar onde ninguém possa mexer.
Um minuto depois, marque o nível das partículas assentadas na jarra com um lápis de cera. Isso é areia. Cinco minutos depois, marque a quantidade de lodo que se assentou. Durante a hora seguinte, a argila se assentará lentamente e permitirá que você faça a medição final. Essas medições mostram as porcentagens relativas de areia, lodo e argila - a textura do seu solo.
  • O solo que possui uma alta porcentagem de areia (70% ou mais) tende a ser bem oxigenada, pronta para se plantar no início da primavera. Mas  também tende a precisar de água e fertilização com mais freqüência do que os solos mais pastosos.

     
  • O solo que possui 35% ou mais de argila retém bem a umidade, de modo que demora mais tempo para secar na primavera e pode precisar de menos água no verão. Pode ser mais rica e mais provável de produzir plantas viçosas com apenas a adição de adubo composto e, ocasionalmente, um pouco de fertilizante. O adubo composto é importante pois ajuda a dissolver a argila, de modo que a terra não fique muito densa e com pouca oxigenação.

     
  • O solo que possui porcentagens quase iguais de areia, lodo e argila pode ter características intermediárias e geralmente é adequado para jardinagem.

Testando a drenagem
Teste a drenagem de seu solo fazendo um buraco, enchendo-o com água e observando como a água desaparece rapidamente. Todos os testes de solo  no mundo não farão um trabalho melhor do que esse simples projeto. Ele informará a rapidez com que a umidade percorre o solo e se este tem a probabilidade de ficar excessivamente seco ou muito encharcado - nenhum dos dois é ideal.
Se não chover durante uma semana ou mais e o solo ficar seco, faça alguns buracos com 0,3m de profundidade e 0,6m de largura. Preencha-os até o topo com água e calcule o tempo que leva para os buracos esvaziarem. Compare suas descobertas com a seguinte escala:
  • 1 a 12 minutos: o solo é rapidamente drenado e provavelmente seco
  • 12 a 30 minutos: o solo possui a drenagem ideal
  • 30 minutos a 4 horas: a drenagem é lenta, mas adequada para as plantas que crescem em solo úmido
  • mais de 4 horas: a drenagem é deficiente e precisa de ajuda
Esses testes de solo podem parecer muito trabalho para pouco retorno, mas se seu solo está funcionando com capacidade máxima, as plantas farão o  possível para florescerem.
Ouça suas ervas daninhas
Procure conhecer as histórias das ervas daninhas que crescem no seu jardim. As ervas daninhas são oportunistas, tirando proveito de qualquer lugar vazio para fazerem sua casa. Pense apenas em como essa estratégia beneficiou o dente-de-leão, uma planta nativa da Eurásia que se espalhou pela América.

Embora pareçam crescer em toda parte, os dentes-de-leão preferem solos férteis e geralmente grossos. Do mesmo modo, outras ervas daninhas favorecem certos tipos de solo. Por exemplo, o solo ácido pode estimular o crescimento de capim, bananeira, língua-de-vaca e cavalinha. O solo alcalino (também chamado de solo básico ou fresco) é favorecido pela camomila e anserina. Os solos férteis e próximos da neutralidade podem oferecer um ambiente de cultivo para anserinas de raiz vermelha, morrião-dos-passarinhos, dentes-de-leão e mostardas-do-campo.

Mesmo que não consiga distinguir uma erva daninha da outra, você pode descobrir informações importantes observando-as de perto. Se uma área vazia do jardim possui algumas ervas daninhas que estão tirando proveito do espaço, é bem provável que o solo precise de muito trabalho. Se as ervas daninhas estiverem crescendo, mas apenas esparsamente, e tiverem caules curtos e folhas descoloridas, a área poderá ter uma deficiência de nutrientes, e o teste do solo estará em ordem. Se, em solo recentemente cultivado, brotarem ervas daninhas rapidamente em certas áreas e mais lentamente em outras, as áreas cheias delas provavelmente serão as mais úmidas e melhores para germinação da semente.
Agora que você já sabe tudo que sempre quis saber sobre seu solo, veja a próxima página para aprender como preparar o solo para a plantação.

Preparando o solo

Uma vez que você já sabe a natureza do solo, será fácil melhorá-lo para atender às necessidades das plantas que deseja criar. Mas já que as características do solo do jardim variam, faça o necessário para melhorar o solo para chegar às melhores condições possíveis de crescimento. Felizmente, as dicas e técnicas a seguir o ajudarão.Fertilizantes
Se os resultados do teste indicarem ausência de certos nutrientes, siga as recomendações feitas pela empresa de teste para complementar o solo. Se o desequilíbrio for insignificante, poderão ser utilizados fertilizantes orgânicos.

O fruto do seu trabalho - o crescimento de uma semente minúscula.
2006 Publications International, Ltd.
O fruto do seu trabalho - o crescimento de uma semente minúscula
 
Já que geralmente contêm uma pequena porcentagem de nutrientes que são lentamente liberados no solo, os fertilizantes orgânicos são inadequados quando se precisa de resultado rápido ou quando o desequilíbrio de nutrientes é grande. Nessas situações, os fertilizantes inorgânicos são a melhor opção. 
Uma combinação dos dois tipos pode ser uma boa solução: primeiro, utilize adubos comerciais instantâneos, e então, acompanhe nos anos seguintes com fertilizantes orgânicos de nutrição lenta.
O fertilizante químico é formulado com mais freqüência em alguma combinação dos três nutrientes principais: nitrogênio, fósforo e potássio - N, P, K. Os números colocados em cada embalagem representam a porcentagem de cada um desses nutrientes na mistura. Por exemplo, 5-10-5 contém 5% de nitrogênio (N), 10% de fósforo (P) e 5% de potássio (K).
A fórmula do NPK também é listada em cada embalagem do fertilizante orgânico. As porcentagens de cada nutriente são mais baixas nos fertilizantes orgânicos do que nos inorgânicos. Por essa razão, é necessária uma quantidade maior de adubo orgânico para se chegar aos mesmos resultados.
Também é possível comprar fertilizantes separadamente em vez da mistura dos três nutrientes. Eles são úteis quando há deficiência de um único nutriente. Consulte uma equipe de jardinagem se você não tiver certeza sobre a solução dos problemas de deficiência de nutrientes.
Outras formas de melhorar o solo
Embora os fertilizantes sejam perfeitamente seguros - e definitivamente práticos - existem outras maneiras de melhorar seu solo. Leia as dicas a seguir para descobrir mais coisas.
Fontes de nutrientes específicos
Muitos desses fertilizantes são processados e embalados. 
  • Baro: esterco, bórax, baro quiliforme
  • Cálcio: farinha de ossos, calcário, casca de ovo, cinzas de madeira, conchas de ostra, cálcio quiliforme
  • Cobre: cobre quiliforme
  • Ferro: ferro quiliforme, sulfato ferroso
  • Magnésio: epsomita, calcário dolomítico, magnésio quiliforme
  • Nitrogênio: esterco de animais (compostado), guano de morcego, esterco de ave doméstica, emulsão de peixe, alimento com sangue, alimento de alga marinha, farinha de caroço de algodão
  • Fósforo: farinha de ossos, fosfato de rocha, excesso de fosfato
  • Potássio: pó de granito, sulfato de potassa, glauconito, cinzas de madeiras, guano de ave marinha, pó de casca de camarão
  • Enxofre: enxofre, solubor, sulfato ferroso, sulfato de zinco
  • Zinco: sulfato de zinco, zinco quiliforme


Mesmo que seu solo tenha um formato excelente, ainda existem algumas coisas que você precisa fazer antes de plantar seu jardim - especialmente se estiver criando um jardim com plantas de manutenção cara. Veja a próxima seção para conhecer técnicas úteis de solo, como, por exemplo, como cavar duas vezes o canteiro.
Fontes de
matéria orgânica
Todos eles funcionam bem para acrescentar os nutrientes necessários ao solo. 
  • A agrícola permanece, como cascas de amendoim, cascas de arroz ou espigas de milho
  • Pedaços de casca
  • Adubo composto
  • Grama cortada
  • Restos de verduras
  • Adubo composto de cogumelo
  • Esterco de animais
  • Limo de turfa
  • Forragem salgada
  • Ervas daninhas sem semente
  • Cascas cortadas
  • Folhas rasgadas
  • Palha

  • Adquira adubo composto local no departamento de serviços da cidade. Feito de folhas e grama cortada coletadas do serviço público, o adubo composto pode ser gratuito ou, no mínimo, sair por um preço razoável para os residentes locais.

    Para encontrar empresas de compostagem em grande escala, verifique com os jardineiros, que podem adubar com composto de folhas caídas ou restos sólidos de seus clientes, e os comerciantes de terra a granel, que podem vender diretamente o adubo composto ou o solo arável de melhor qualidade misturado ao adubo. Não desista. Restos de quintal não são usados em muitos depósitos de lixo, então, alguém perto de você pode estar fazendo a compostagem desse material.
  • Pense primeiro nas grandes melhorias orgânicas do solo - adubo composto, esterco e folhas - que podem ser adicionadas com carrinho de mão para melhorar o solo. Isso aumentará o nível do solo, pelo menos, temporariamente. À medida que a matéria orgânica se decompuser, o nível do solo diminuirá.
  • Se os solos ricos em matéria orgânica descem a ponto de exporem a parte superior de
    um arbusto recentemente plantado ou as raízes de uma árvore, acrescente mais terra ou matéria orgânica para manter as raízes cobertas.
  • Se seu jardim estiver próximo da casa ou de uma cerca, mantenha o nível do solo baixo o suficiente para não ficar em contato com a tábua de madeira ou a cerca, que apodrece com facilidade.
  • Ao plantar ao redor de árvores, arbustos e flores perenes já existentes, procure não cobrir a parte de cima - onde os caules sairão da terra - com material orgânico. Isso ajuda a prevenir problemas de doenças.
  • Cultive uma camada grossa de adubo composto em solo levemente úmido (nunca encharcado) para revigorá-lo antes de fazer um novo jardim. Se estiver utilizando um solo compacto e duro, será necessário fragmentá-lo primeiro. Examine a área, removendo as raízes de erva daninha e de outra vegetação indesejada. Em seguida, examine o solo com um rotocultivador. Após a primeira passagem, examine-o novamente ao contrário, até que você quebre o solo em pedaços razoavelmente pequenos.

    Um solo bem arado, como a camada superior do solo protegida, pode parecer bonito à primeira vista, mas os solos de lodo e argila provavelmente ficarão densos, com uma espécie de crosta, e duros depois de algumas chuvas fortes. A melhor maneira de manter o solo solto e leve é acrescentar matéria orgânica.

    Adicione uma camada de 10 a 15 centímetros de profundidade de adubo composto e escave até uma profundidade de 25 a 30 centímetros. O solo ficará mais escuro, úmido e esponjoso - uma mudança dramática bem diante dos seus olhos. Desde que a matéria orgânica permaneça no solo, ele provavelmente ficará solto. Mas à medida que ele descer lentamente, você terá que continuar acrescentando matéria orgânica - adubo composto, cobertura ou folhas rasgadas - para manter a textura desejada.
  • Experimente os sistemas de escavação ou de não cultivo para conservar a textura e o conteúdo orgânico dos solos de jardim prósperos. Uma vez que o solo estiver solto, leve e rico, procure não mexer muito nele para ajudar a preservar os níveis de matéria orgânica. Evite arar repetidamente, pois quebra o solo saudável e acelera a decomposição. Em vez de arar, solte o solo rico antes de fazer a plantação revolvendo com uma pá a superfície, com pouca profundidade, e quebrando-o com uma pancada com a parte de trás da pá. Solos muito  soltos podem estar prontos para a semeadura direta, limpando-os com uma enxada.

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Para verificar rapidamente a textura do seu solo, simplesmente aperte uma porção da terra levemente úmida na mão 

O mais importante: não esqueça de testar o solo pelo tato antes e depois de ele ser melhorado para saber a extensão da mudança. Pegue um punhado pequeno de terra levemente úmida de uma profundidade de alguns centímetros da superfície do solo. Aperte-o com a mão, até formar uma bola, e veja o resultado quando esticar os dedos.
Solos arenosos, que podem dar a impressão de que arranham, quebrarão. Para enriquecer um solo arenoso, aplique e incorpore uma camada de alguns centímetros de adubo composto e 2,5 ou 5 centímetros de argila; em seguida, tente novamente. Quando o solo for melhorado, a bola ficará mais bem grudada.
Solos de argila, que têm um aspecto liso, formarão uma bola compacta, que não será quebrada com facilidade. Para tornar o solo de argila mais leve, adicione mais adubo composto e areia grossa. Quando a terra estiver leve o suficiente, a bola se quebrará com uma batidinha do dedo.

Técnicas do solo

Se estiver pensando em encher seu canteiro com rosas, você precisará saber algumas técnicas especiais de solo para criar o oásis do jardim com o qual você sempre sonhou. As dicas a seguir farão de você um especialista na preparação do solo.
Preparando um canteiro de jardim
Para preparar corretamente o canteiro de um jardim, marque os limites do canteiro das flores com pinos e barbante para as linhas retas e com uma mangueira de jardim para as linhas curvas. Divida o gramado com uma pá ao longo das linhas formadas. Remova o gramado de todo o canteiro. Se a área for cheia de pedras, remova-as o máximo que puder à medida que cavar.
Se o solo for arenoso ou argiloso, você poderá rotocultivá-lo em vez de revolvê-lo manualmente. Solos argilosos e rochosos precisam ser escavados primeiro com a mão. Para uma área de plantação pequena, escave e quebre o solo com a mão ou com uma pá.
Depois que revolver o solo, será possível fazer o rotocultivo. Os rotocultivadores podem ser alugados por um dia, e geralmente é possível contratar alguém para fazer o cultivo por uma hora, caso você próprio não tenha alguém que faça.

Utilize pinos e barbante para limitar seu canteiro de flores.
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Utilize pinos e barbante para limitar seu canteiro de flores
Em seguida, espalhe sobre a área o fertilizante necessário, os condicionadores de solo e as substâncias químicas de ajuste de pH. Fica fácil fazer o cultivo quando a terra está revolvida. Você deveria conseguir cultivar com maior profundidade na segunda vez; de maneira ideal, você deve soltar e melhorar o solo a uma profundidade de mais de 15 centímetros. 
Mexa e solte a terra com uma pá onde a área for muito pequena para um rotocultivador. Após esse tratamento inicial, devem ser acrescentados os fertilizantes, os condicionadores de solo e as substâncias químicas de ajuste do pH em diferentes épocas do ano para se obter melhores resultados.
Agora é o momento perfeito para instalar algum tipo de faixa de corte ao redor do canteiro do jardim. Pedaços de piso ou ardósia colocados de ponta a ponta no nível do chão evitarão que a grama e as flores se misturem. Outras opções incluem pedaços de madeira, tiras de concreto ou tijolos colocados lado a lado em uma base de areia ou concreto. A faixa de corte deve ser profunda e larga o suficiente para que as raízes da grama não consigam passar por baixo nem por cima até alcançar o canteiro de flores, e a parte superior da faixa não deve se estender acima do nível do gramado adjacente.
Se possível, não plante nada na terra por uma ou mais semanas. Mexa a superfície 2,5 ou 5 centímetros a cada três a quatro dias com uma enxada para eliminar as ervas daninhas que germinam rapidamente. Isso deixará seu trabalho mais leve durante o resto da estação.

Escavação dobrada
A escavação dobrada dos canteiros para formar jardins de alto desempenho para plantas de raízes profundas, como as rosas, é uma tradição em muitos belos jardins britânicos. Um rotocultivador médio trabalha o solo somente a uma profundidade de 20 ou 25 centímetros e não quebra o solo compactado que está embaixo. A escavação dobrada fará isso.
Escave duas vezes o canteiro de um jardim que terá plantas de raízes profundas, como rosas.
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Escave duas vezes o canteiro de um jardim
que terá plantas de raízes profundas, como rosas
A escavação dupla requer um pouco de força, já que
é necessário bastante trabalho manual. Trabalhe um pouco, sem exagerar, ou contrate um profissional especializado.

Comece pela parte vazia, que não possui grama, nem outro tipo de vegetação. Começando por uma extremidade do jardim, remova uma faixa de terra, com profundidade igual ao comprimento da pá, e largura, igual à largura dela. Coloque-o
em um carrinho de mão. Use a pá para mexer o solo embaixo (talvez essa seja uma das partes mais difíceis do trabalho) e quebrá-lo.

Outra opção (às vezes mais fácil) é espetar um garfo de jardim (como
um grande garfo de lavoura) no solo duro de baixo e sacudi-lo até que o solo se quebre. Se for necessário adicionar matéria orgânica, coloque-a ao nível inferior, nesse ponto.

Faça o mesmo com a segunda faixa de terra próxima da primeira fileira. Mas mexa a camada superior do solo da superfície na primeira valeta, colocando matéria orgânica conforme desejado. Em seguida, solte e melhore o solo exposto abaixo da superfície. Continue enchendo cada valeta da fileira adjacente e soltando a terra de baixo. Preencha a faixa final com a terra do carrinho de mão.

Canteiros elevados
Dica de economia de tempo
Amontoe a terra em um lugar coberto sobre uma lona, e não diretamente na grama, ao fazer um buraco para plantar ou ao fazer uma piscina no jardim. Você conseguirá tirar com facilidade qualquer excesso de terra, além de não ter que juntar os pequenos torrões presos no gramado. Não jogue fora essa terra. Você pode usá-la para construir uma cascata ao lado da piscina ou para encher um canteiro elevado de ervas ou verduras.
Os canteiros elevados são uma boa opção onde a qualidade do solo é particularmente baixa ou quando ele simplesmente nem existe. Construídos de madeira tratada sob pressão, concreto reforçado, ou tijolo, pedra ou blocos cobertos com argamassa, esses canteiros podem ter qualquer comprimento, mas a profundidade do solo deve ter no mínimo 15 centímetros para permitir uma boa penetração da raiz.
Prenchendo alguns canteiros com uma mistura de argila rica e outros componentes com uma mistura mais arenosa e bem drenada, é possível fornecer as condições ideais de solo para uma grande variedade de plantas. Isso pode parecer uma solução cara a curto prazo, mas os canteiros durarão durante anos e provarão que seu investimento inicial valeu a pena.
Em hortas, simplesmente faça fileiras de plantação com 15 a 20 centímetros de altura e 0,6 a 0,9 metros de largura. Faça jardins permanentes e decorativos em amplas estruturas de canteiro elevado construídas de madeira, tora, pedra ou tijolo, que podem variar de 10 centímetros a 1,20 metro de altura. Não hesite em pedir ajuda de um profissional em caso de projetos grandes de construção, pois eles precisarão de estruturas fortes se você quiser que durem.

Se usar madeira tratada sob pressão, não plante ervas nem verduras nos canteiros elevados, já que pode haver a presença de toxinas.
Um jardim de canteiro elevado é uma boa alternativa onde o solo não for usado.
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Um jardim de canteiro elevado é uma boa alternativa onde o solo não for usado
Não importa o tipo de canteiro que você está cultivando, a colocação de cobertura não é somente um elemento decorativo, mas também excelente para prevenir o crescimento de ervas daninhas e permitir que a umidade penetre. Veja as dicas na próxima página.

Cobertura

A colocação de cobertura em seu jardim melhorará a saúde geral do solo e embelezará o seu jardim. A cobertura é relativamente fácil, mas existem algumas dicas para se criar a aparência que você deseja, assim como para fornecer a cobertura de que precisa para ajudar suas plantas crescerem.
  • Para uma máxima efetividade com apenas uma camada fina de cobertura, procure coberturas de textura fina, como pedaços de cascas cortados duas vezes, adubo composto ou cascas de cacau. Para uma cobertura leve, experimente camadas mais espessas de coberturas de textura grossa, como palha ou pedaços de casca de árvore. Não aplique coberturas de textura fina, como grama cortada, em camadas grossas que possam entranhar no solo e abafá-lo.
Pedaços de cascas cortados duas vezes oferecem uma textura fina ao canteiro.
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Pedaços de cascas cortados duas vezes oferecem uma textura fina ao canteiro
  • Não deixe que um solo difícil o desanime. Com um pouco de trabalho duro - e com as melhorias apropriadas do solo - você também poderá ter um jardim lotado com suas flores favoritas.
  • A cobertura de madeira, como pedaços de casca de árvore, utiliza nitrogênio quando se decompõe. Aplique uma quantidade extra de nitrogênio para evitar que o processo de decomposição consuma o nitrogênio do solo que as plantas precisam para crescer.
  • Cubra as novas plantas com palha ou folhas picadas após a plantação, no outono, para evitar danos às raízes durante o inverno. Um pouco de obertura logo após a plantação pode ajudar a manter o solo úmido e a estimular o crescimento da raiz.
  • Acrescente uma camada grossa de cobertura e deixe que ela apodreça para melhorar o solo dos jardins existentes. Os minerais, liberados à medida que a cobertura se desintegra na sopa de nutrientes, penetram no solo e fertilizam as plantas existentes. O ácido húmico, outro produto da decomposição, acumula pequenas partículas de argila para formar um solo mais leve.
  • A principal razão para a cobertura está adiante, no inverno. O congelamento e o descongelamento alternados, a expansão e a contração do solo, podem quebrar as raízes novas ou mesmo arrancar as novas plantas do chão, um processo chamado de deslocamento por congelamento. Ao cobrir generosamente com material leve, como palha, quando o solo congela primeiro, você pode mantê-lo gelado até que o inverno termine, sendo que nesse ponto a cobertura poderá ser removida.
  • No inverno, cubra as plantas perenes e as coberturas do solo com sempre-vivas para protegê-las contra a queimadura do inverno (o oposto, em tempo frio, da queimadura do sol). Quando o solo está coberto de gelo, o vento, forte, e o sol, radiante, as folhas vulneráveis perdem a umidade, que não pode ser substituída pelas raízes geladas. Uma camada protetora de sempre-viva, possivelmente obtida pela reciclagem dos ramos de uma árvore de Natal, forma uma proteção sobre a folhagem vulnerável. A palha também fará um bom trabalho, especialmente nas áreas mais frias, onde há menos chance de deterioração no inverno.
  • Comemore se você mora em uma região que tenha neve. A neve é a melhor cobertura de todas e pode permitir que você cultive plantas que não sobreviverão no inverno em áreas sem neve mais distantes do sul.
  • Quando se trata de água, mesmo uma camada fina de cobertura - um hidratante da natureza - reduzirá a evaporação da superfície do solo. Coberturas mais grossas podem reduzir o uso de água em 50%.
  • Para um jardim com aparência natural e calmante, utilize coberturas orgânicas escuras feitas de casca de árvore ou adubo composto. Para um jardim com aspecto brilhante, utilize uma cobertura de cascalho clero. Em jardins funcionais, como as hortas, a palha serve como uma excelente cobertura. Evite coberturas coloridas ou de cascas de enfeite.
  • Elimine a grama ou as ervas daninhas densas colocando jornal, sozinho ou com uma camada grossa de adubo composto ou cobertura, diretamente no jardim. Esse tratamento faz com que a luz do sol não chegue até vegetação indesejada que, conseqüentemente, se decomporá e se transformará em matéria orgânica para o jardim. O jornal também se decompõe.
  • Cubra os canteiros do jardim para manter as ervas daninhas por baixo e diminuir a necessidade de água. É pequena a chance de as sementes de ervas daninhas anuais brotarem quando o solo está protegido com uma cobertura, suficiente para manter a superfície do solo no escuro.

domingo, 13 de setembro de 2015

Como a planta absorve seus nutrientes?
O processo pelo qual a planta absorve água e substâncias nutritivas do solo é fundamental, pois são esses elementos que proporcionarão a realização da fotossíntese e conseqüentemente, a nutrição da planta. Esse processo ocorre na maioria dos vegetais superiores, na zona pilífera da raiz, onde tudo ocorrerá dependendo da pressão osmótica envolvida.

A absorção ocorre da seguinte maneira: o solo é um meio menos concentrado do que as células da raiz da planta, portanto a pressão natural do processo é do solo para as células da raiz. Cada célula da região pilífera da raiz é isotônica (mesma pressão osmótica) da outra, portanto quando a água e os sais minerais penetram em uma célula, essa célula vai passar esses componentes para uma célula vizinha através do processo de osmose.

Dessa forma, as células vão passando os elementos de célula em célula até que eles cheguem aos vasos condutores do cilindro central. A partir daí, o xilema passa a conduzir a seiva bruta para as folhas, para que assim ocorra a fotossíntese e a transformação de seiva bruta em seiva elaborada. Podemos classificar o processo de absorção de água e nutrientes como ativo, já que o processo consome a energia proveniente da respiração celular.
Para as plantas terrestres, o solo é o reservatório natural de água. De sua disponibilidade dependerá, em grande parte, a sobrevivência do vegetal. O conteúdo de água e sua taxa de movimento dependem em grande parte do tipo e da estrutura do solo. A água está presente no solo sob diferentes formas:

– Uma pequena fração está quimicamente ligada às partículas do solo, formando uma película líquida que é a ÁGUA HIGROSCÓPICA, inclusive não utilizada pela planta.
– Constituindo a fração líquida do solo ou a solução do solo está a ÁGUA CAPILAR, de extrema importância por representar a fonte hídrica direta para a planta, retida nos espaços pequenos.

– Uma fração de água também pode ocupar os espaços maiores entre as partículas do solo antes de ser drenada por gravidade; é a ÁGUA GRAVITACIONAL. Normalmente a sua permanência no solo é curta, variando entre 2 e 3 dias. 

Capacidade de campo – conteúdo de água de um solo após ter sido saturado e o excesso de água ter sido drenado. É a capacidade que tem o solo de manter a umidade.


1-Sabemos que os grãos, verduras e legumes são importantes fontes de nutrientes para a nossa sobrevivência. Para onde vão esses nutrientes quando descartamos e jogamos esses vegetais no Solo? vão para o solo mesmo como para deixa-lo  rico em pro treinas e fértil  com ferro, um solo rico em vitamina. E depois transmitindo  para os alimentos que estiverem plantados nesse local. 
  Existe alguma possibilidade deles retornarem para as plantas? Como?
as possibilidade  são muitas pois bem o solo transmite para plantas através  da água.


Qual alimento vegetal tem muito ferro?
 O consumo de alimentos ricos em ferro, como as carnes vermelhas ou o pão de cevada, por exemplo, podem ajudar a curar a anemia quando ela é causada pela deficiência de ferro no sangue.
 Porém, os alimentos ricos em ferro são importantes em todas as fases da vida e devem ser consumidos com frequência, especialmente, em gestantes, bebês e idosos, pois estes grupos possuem uma necessidade maior de ferro no organismo.



Os alimentos ricos em ferro para anemia incluem:
  • Alimentos ricos em ferro de origem animal, como as carnes vermelhas, o ovo ou a farinha de peixe, pois o ferro destes alimentos é absorvido com facilidade;
  • Alimentos ricos em ferro de origem vegetal como o feijão, as ervilhas ou a salsa. Estes alimentos devem ser consumidos sempre com uma fonte de vitamina C como laranja, morango ou pimentão, para melhorar a absorção de ferro.


Como esse Ferro foi obtido por esse vegetal?
 O ferro é o metal mais usado, com 95% em peso da produção mundial de metal. É indispensável devido ao seu baixo preço edureza, especialmente empregado em automóveis, barcos e componentes estruturais de edifícios.

aço é a liga metálica de ferro mais conhecida, sendo este o seu uso mais frequente. Os aços são ligas metálicas de ferro com outros elementos, tanto metálicos quanto não metálicos, que conferem propriedades distintas ao material. É considerada aço uma liga metálica de ferro que contém menos de 2% de carbono; se a percentagem é maior recebe a denominação de ferro fundido.
As ligas férreas apresentam uma grande variedade de propriedades mecânicas dependendo da sua composição e do tratamento aplicado.
  • Os aços são ligas metálicas de ferro e carbono com concentrações máximas de 2% em peso de carbono, aproximadamente. O carbono é o elemento de ligação principal, porém os aços contêm outros elementos. Dependendo do seu conteúdo em carbono são classificados em:
    • Aços baixos em carbono. Contêm menos de 0,25% de carbono em peso. Não são tão duros nem tratáveis termicamente, porém dúcteis. São utilizados em veículos, tubulações, elementos estruturais e outros. Também existem os aços de alta resistência com baixa liga de carbono, que, entretanto, contêm outros elementos fazendo parte da composição, até uns 10% em peso; apresentam maior resistência mecânica e podem ser trabalhados facilmente.
    • Aços médios em carbono. Entre 0,25% e 0,6% de carbono em peso. Para melhorar suas propriedades são tratados termicamente. São mais resistentes que os aços baixos em carbono, porém menos dúcteis, sendo empregados em peças de engenharia que requerem uma alta resistência mecânica e ao desgaste.
    • Aços altos em carbono. Entre 0,60% e 1,4% de carbono em peso. São os mais resistentes, entretanto, os menos dúcteis. Adicionam-se outros elementos para que formem carbetos, por exemplo o carbeto de tungstênio (WC), quando é adicionado à liga o tungstênio. Estes carbetos são mais duros, formando aços utilizados principalmente para a fabricação de ferramentas.
  • Um dos inconvenientes do ferro é que se oxida com facilidade. Existe uma série de aços aos quais se adicionam outros elementos ligantes, principalmente o crômio, para que se tornem mais resistentes à corrosão. São os chamados aços inoxidáveis.
  • Quando o conteúdo de carbono da liga é superior a 2,1% em peso, a liga metálica é denominada ferro fundido. Estas ligas apresentam, em geral, entre 3% e 4,5% de carbono em peso. Existem diversos tipos de ferros fundidos: cinzento, esferoidal, branco e maleável. Dependendo do tipo apresenta aplicações diferentes: em motores, válvulas, engrenagens e outras.
  • Por outro lado, os óxidos de ferro apresentam variadas aplicações: em pinturas, obtenção de ferro, e outras. A magnetita (Fe3O4) e o óxido de ferro III (Fe2O3) têm aplicações magnéticas.O ferro (do latim ferrum) é um elemento químico, símbolo Fe, de número atômico 26 (26 prótons e 26 elétrons) e massa atómica 56 u. À temperatura ambiente, o ferro encontra-se no estado sólido. É extraído da natureza sob a forma de minério de ferro que, depois de passado para o estágio de ferro-gusa, através de processos de transformação, é usado na forma de lingotes. Controlando-se o teor de carbono (o carbono ocorre de forma natural no minério de ferro), dá-se origem a várias formas de aço.
    Este metal de transição é encontrado no grupo 8 (VIIIB) da Classificação Periódica dos Elementos. É o quarto elemento mais abundante da crosta terrestre (aproximadamente 5%) e, entre os metais, somente o alumínio é mais abundante.
    É um dos elementos mais abundantes do Universo; o núcleo da Terra é formado principalmente por ferro e níquel (NiFe). Este ferro está em uma temperatura muito acima da temperatura de Curie do ferro, dessa forma, o núcleo da Terra não éferromagnético.
    O ferro tem sido historicamente importante, e um período da história recebeu o nome de Idade do Ferro. O ferro, atualmente, é utilizado extensivamente para a produção de açoliga metálica para a produção de ferramentas, máquinas, veículos de transporte (automóveis, navios, etc), como elemento estrutural de pontes, edifícios, e uma infinidade de outras aplicações.


Como os elementos químicos são retirados dos Solos pelas plantas?
nutrição mineral é a forma como as plantas se alimentam e o seu crescimento envolve a caracterização dos elementos minerais essenciais.
Na natureza, estão à disposição das plantas, quase todos os elementos da tabela periódica. Uma simples análise química de um vegetal não funcionaria para determinar quais destes elementos são essenciais, pois a planta pode absorver e armazenar em seus tecidos muitos elementos que não lhe são essenciais. É necessário determinar osnutrientes de acordo com um critério de essencialidade.
A maneira mais comum de se determinar a essencialidade de um elemento às plantas é através de experimentos com soluções nutritivas preparadas com água e sais purificados. Assim, podem omitir-se os elementos da solução um a um, podendo ser classificados como essenciais os que atendam aos seguintes critérios [1] :
  • Na ausência do elemento a planta não cresce normalmente nem completa o seu ciclo de vida, ou seja, não se desenvolve corretamente e não se reproduz;
  • O elemento é insubstituível, ou seja, deficiência só pode ser corrigida através do seu fornecimento e não de algum outro.
  • O elemento químico faz parte de uma molécula, de um constituinte ou de uma reação bioquímica essencial à planta.
As quantidades demandadas de cada nutriente são variáveis, mas todos eles são igualmente importantes. Entretanto, para fins didáticos, os elementos essenciais podem ser assim classificados:
Macronutrientes
Os macronutrientes são os elementos básicos necessários em maior volume às plantas. São eles: CarbonoOxigênioHidrogênio - retirados do ar e da água - e Nitrogênio,FósforoPotássioCálcioMagnésio e Enxofre retirados do solo, sob condições naturais.
Micronutrientes
Os micronutrientes são requeridos em pequenas quantidades, de miligramas (um milésimo do grama) a microgramas (um milionésimo do grama). São micronutrientes o Boro,CloroCobreFerroManganêsMolibdênioCobaltoNíquel e Zinco.
Para as plantas cultivadas, a análise química dos tecidos consiste no método mais largamente utilizado na avaliação do estado nutricional, sendo as folhas, o principal órgão amostrado para a maioria das espécies cultivadas. A interpretação do estado nutricional das plantas pode ser feita por diferentes métodos, sendo os mais comuns o método do nível crítico, o método das faixas de suficiência e o método do Sistema integrado de diagnose e recomendação[2] .
O conceito de solo como meio para o crescimento vegetal é uma noção antiga desde os primórdios da agricultura. De fato, as características físicas e químicas dos solos condicionam o crescimento vegetal, ao fazer variar a capacidade de retenção de água, a solubilidade dos elementos minerais, as transformações minerais e bioquímicas, a lixiviação dos nutrientes e o pH. O solo é importante para o crescimento vegetal pois supre as plantas com fatores de crescimento, permite o desenvolvimento e distribuição das suas raízes e possibilita o movimento dos nutrientes, de água e ar nas superfícies radiculares.